sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Sol de fevereiro nas praias Capixabas

Continuando o gozo das merecidas férias estive, na metade da primeira quinzena de fevereiro do corrente ano, no parasidíaco ESPÍRITO SANTO onde já havia estado anteriormente e prometera voltar para comer aquela gostosa moqueca de badejo em autêntica panela de barro. Vitória, Vilha Velha, Serra, Meaípe, Guarapari, Camburí... lugares de rara beleza e povo ordeiro.
Realmente o nosso imenso Brasil tem paisagens pintadas aos Olhos e Mãos do nosso Comandante Supremo da vida!







domingo, 13 de fevereiro de 2011

Torres - RS

  Na primeira quinzena de janeiro, como há décadas faço, aproveitei as merecidas férias regulamentares na praia de TorresRio Grande do Sul/Brasil, dito e comprovado por muitos como a MAIS BELA PRAIA do litoral GAÚCHO!
  Atuando na segunda atividade laboral mais estressante do mundo (OIT/ONU) é necessário o merecido descanso, afinal, combater o crime é tarefa hercúlea...

sábado, 29 de janeiro de 2011

POLICIAL!

por João Pantaleão Gonçalves Leite
Investigador da Polícia Civil - RS



Há gente que ainda não sabe
O que a polícia significa,
Por maldade a critica
Sem conhecer a verdade;
Mas e nesta oportunidade
Parafraseando os doutores:
A polícia ... meus senhores,
É o exército da sociedade.

Para vos dar o sossego;
Lutamos de frontes erguidas,
Arriscamos nossas vidas
Para proteger as vossas
E gente ainda faz troças
Quando somos pisoteados,
Dão razão aos renegados
Das razões que eram nossas.

Essa gente erra senhores!
Quando não erra, se engana;
Pois errar é coisa humana
Quando o engano não vem;

Se o policial errar também,
Há sempre alguém que o entrega
E finge que não enxerga
Quando ele pratica o bem.

Somos aquele alvo humano
Das armas dos delinqüentes;
Estamos sempre presentes
Nos combates contra o mal;
Somos a guarda social
Nesta batalha renhida,
Arriscar a própria vida
É o lema do policial.

O policial que é casado
Não vive para a família,
Sem poder ao filho ou à filha
Dar um pouco de carícia,
Do lar não colhe delícia,
Porque na cidade ou no morro,
Há sempre um grito de socorro
Chamando pela polícia.

Quando sai em diligência
Despede-se dos filhos seus...
Vai com Deus papai... Vai com Deus!
Lhe diz o filho querido;
Depois então tem se lido
Em manchetes de jornal,
Foi morto um policial
Ao prender um foragido.

Tristonho o filho pergunta
A sua mãezinha que chora,
Por que meu papai demora?
Estou com saudades demais,
Quero expandir os meus ais
Com forte beijo em sua testa
E depois cantar em festa
A linda canção dos pais.

Sim meu filho adorado!
Hoje é o dia dos pais,
Mas o teu... Não volta mais,
Você tem que compreender;
É triste, mas vou dizer:
O teu pai, minha flor querida,
Ontem perdeu a vida
No cumprimento do dever.

O filho nada entende
Do que mãezinha lhe diz,
Continua bem feliz
Esperando o amado pai;
O sol desmaia, a noite cai,
Venta muito, é mês de outono
E o pequeno sente o sono
Porque o berço lhe atrai.

No outro dia de manhã
Faz perguntas, sem receio,
Mamãe! Papai já veio?
Mas de repente se cala,
Esmorece, perde a fala
Ao ver o pai do coração,
De mãos postas num caixão,
Sobre a mesinha da sala.

Neste momento compreende
Ao ver a sala tão triste,
Seu peitinho não resiste,
Dos olhinhos, rola o pranto;
Pois o pai que queria tanto
Lhe deixou na solidão.
Foi cumprir outra missão
Com destino ao campo santo.

O pequeno fica tristonho
Com os olhos rasos d'água,
Fica enxugando sua mágoa
Que um delinqüente causou;
A herança que lhe restou
Foi uma placa com gravura,
“Honra ao mérito por bravura”
Que o próprio tempo gravou.

E hoje com sua mãe,
Nos dedinhos vai contando,
Os anos que vão passando
E o tempo que o pai morreu,
Do mesmo não se esqueceu,
Conta dez... Conta onze
E aquela placa de bronze
Nunca um abraço lhe deu.

Vejamos o outro lado
Em que meu nome figura,
Foi sem placa, sem gravura,
Não tombei, pois Deus não quis;
Senhores: aquilo que fiz,
Foi sem rancor, sem maldade,
Para dar paz à sociedade
Eu tive um golpe infeliz.

Numa noite negra e fria,
Chovia torrencialmente,
Fui chamado de repente
Para atender uma ocorrência;
Deixei com paz e paciência
O mundo alto que dormia,
Quando o baixo se divertia
Nos vapores da violência.

Procurando manter a ordem
Fui em busca de um delinqüente,
Que furioso, violentamente,
Quis roubar a vida minha;
Sua sorte foi mesquinha,
Não completou o arremate
E, eu... Pra não ficar no combate
Usei dos meios que tinha.

Vejam meus senhores!
A situação que fiquei,
Contra a vontade matei
Para salvar minha vida
E desta luta renhida,
Recebi como troféu:
Tormento ao banco de réu
Julgado por homicida.

Mas diante de sete homens,
Foi revivido o meu drama;
Deus, o “Pai Divino” que ama
Iluminou mente por mente,
Perante ao povo presente
Guiou o desfecho final
E num silêncio total,
Ouve-se o magistrado:
Declaro o réu inocente.

Sendo assim, eu peço a Deus,
Apague o que aconteceu
E faça mais do meu eu
Um policial de retovo;
Que diga ele de novo
À grande massa social:
Que o braço do policial
É a segurança do povo.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Gaúcho, tchê!

  Buenas, dia desses, num chasque virtual com um colega policial lá da Alemanha, me perguntou o polizist como é essa coisa de ser GAÚCHO, pois um primo seu é casado com uma percanta que fala muito da cultura gaudéria, tradicionalismo, músicas, churrasco e por aí desfila a nostalgia toda.
  Bah, confesso que fiquei 'mais faceiro que formigão no açucareiro" e, ao mesmo tempo, embasbacado, afinal como 'Sprechen auf Deutsch' este sentimento pátrio que brota da alma e irradia no coração??? 
  Pra resumir lasquei para o xirú:
  Tchê, pega os teus mijado e te abanca pro Rio Grande, vem passear uns dias na redenção, sorver um amargo enquanto visita as  Ruínas de São Miguel e comer um churrasco 'pra lá de especial' no Acampamento Farroupilha, que depois te digo o que é ser GAÚCHO neste pago de Deus!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Direitos Humanos dos Profissionais de Segurança Pública

Portaria InterMinisterial 02/SEDH-MJ, de 15 dezembro 2010
Estabelece as Diretrizes Nacionais de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos dos Profissionais de Segurança Pública


O MINISTRO DE ESTADO DA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS e o MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA,
no uso das atribuições conferidas pelos incisos I e II, do parágrafo único, do artigo 87 da Constituição Federal resolvem:

Art. 1º - Ficam estabelecidas as Diretrizes Nacionais de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos dos Profissionais de Segurança Pública, na forma do Anexo desta Portaria.
Art. 2º - A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e o Ministério da Justiça estabelecerão mecanismos para estimular e monitorar iniciativas que visem à implementação de ações para efetivação destas diretrizes em todas as unidades federadas, respeitada a repartição de competências prevista no artigo 144 da Constituição Federal de 1988.
Art. 3º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

ANEXO

DIREITOS CONSTITUCIONAIS E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ
1) Adequar as leis e regulamentos disciplinares que versam sobre direitos e deveres dos profissionais de segurança pública à Constituição Federal de 1988.
2) Valorizar a participação das instituições e dos profissionais de segurança pública nos processos democráticos de debate, divulgação, estudo, reflexão e formulação das políticas públicas relacionadas com a área, tais como conferências, conselhos, seminários, pesquisas, encontros e fóruns temáticos.
3) Assegurar o exercício do direito de opinião e a liberdade de expressão dos profissionais de segurança pública, especialmente por meio da Internet, blogs, sites e fóruns de discussão, à luz da Constituição Federal de 1988.
4) Garantir escalas de trabalho que contemplem o exercício do direito de voto por todos os profissionais de segurança pública.

VALORIZAÇÃO DA VIDA
5) Proporcionar equipamentos de proteção individual e coletiva aos profissionais de segurança pública, em quantidade e qualidade adequadas, garantindo sua reposição permanente, considerados o desgaste e prazos de validade.
6) Assegurar que os equipamentos de proteção individual contemplem as diferenças de gênero e de compleição física.
7) Garantir aos profissionais de segurança pública instrução e treinamento continuado quanto ao uso correto dos equipamentos de proteção individual.
8) Zelar pela adequação, manutenção e permanente renovação de todos os veículos utilizados no exercício profissional, bem como assegurar instalações dignas em todas as instituições, com ênfase para as condições de segurança, higiene, saúde e ambiente de trabalho.
9) Considerar, no repasse de verbas federais aos entes federados, a efetiva disponibilização de equipamentos de proteção individual aos profissionais de segurança pública.

DIREITO À DIVERSIDADE
10) Adotar orientações, medidas e práticas concretas voltadas à prevenção, identificação e enfrentamento do racismo nas instituições de segurança pública, combatendo qualquer modalidade de preconceito.
11) Garantir respeito integral aos direitos constitucionais das profissionais de segurança pública femininas, considerando as especificidades relativas à gestação e à amamentação, bem como as exigências permanentes de cuidado com filhos crianças e adolescentes, assegurando a elas instalações físicas e equipamentos individuais específicos sempre que necessário.
12) Proporcionar espaços e oportunidades nas instituições de segurança pública para organização de eventos de integração familiar entre todos os profissionais, com ênfase em atividades recreativas, esportivas e culturais voltadas a crianças, adolescentes e jovens.
13) Fortalecer e disseminar nas instituições a cultura de não-discriminação e de pleno respeito à liberdade de orientação sexual do profissional de segurança pública, com ênfase no combate à homofobia.
14) Aproveitar o conhecimento e a vivência dos profissionais de segurança pública idosos, estimulando a criação de espaços institucionais para transmissão de experiências, bem como a formação de equipes de trabalho composta por servidores de diferentes faixas etárias para exercitar a integração inter-geracional.
15) Estabelecer práticas e serviços internos que contemplem a preparação do profissional de segurança pública para o período de aposentadoria, estimulando o prosseguimento em atividades de participação cidadã após a fase de serviço ativo.
16) Implementar os paradigmas de acessibilidade e empregabilidade das pessoas com deficiência em instalações e equipamentos do sistema de segurança pública, assegurando a reserva constitucional de vagas nos concursos públicos.

SAÚDE
17) Oferecer ao profissional de segurança pública e a seus familiares, serviços permanentes e de boa qualidade para acompanhamento e tratamento de saúde.
18) Assegurar o acesso dos profissionais do sistema de segurança pública ao atendimento independente e especializado em saúde mental.
19) Desenvolver programas de acompanhamento e tratamento destinados aos profissionais de segurança pública envolvidos em ações com resultado letal ou alto nível de estresse.
20) Implementar políticas de prevenção, apoio e tratamento do alcoolismo, tabagismo ou outras formas de drogadição e dependência química entre profissionais de segurança pública.
21) Desenvolver programas de prevenção ao suicídio, disponibilizando atendimento psiquiátrico, núcleos terapêuticos de apoio e divulgação de informações sobre o assunto.
22) Criar núcleos terapêuticos de apoio voltados ao enfrentamento da depressão, estresse e outras alterações psíquicas.
23) Possibilitar acesso a exames clínicos e laboratoriais periódicos para identificação dos fatores mais comuns de risco à saúde.
24) Prevenir as conseqüências do uso continuado de equipamentos de proteção individual e outras doenças profissionais ocasionadas por esforço repetitivo, por meio de acompanhamento médico especializado.
25) Estimular a prática regular de exercícios físicos, garantindo a adoção de mecanismos que permitam o cômputo de horas de atividade física como parte da jornada semanal de trabalho.
26) Elaborar cartilhas voltadas à reeducação alimentar como forma de diminuição de condições de risco à saúde e como fator de bem-estar profissional e auto-estima.

REABILITAÇÃO E REINTEGRAÇÃO
27) Promover a reabilitação dos profissionais de segurança pública que adquiram lesões, traumas, deficiências ou doenças ocupacionais em decorrência do exercício de suas atividades.
28) Consolidar, como valor institucional, a importância da readaptação e da reintegração dos profissionais de segurança pública ao trabalho em casos de lesões, traumas, deficiências ou doenças ocupacionais adquiridos em decorrência do exercício de suas atividades.
29) Viabilizar mecanismos de readaptação dos profissionais de segurança pública e deslocamento para novas funções ou postos de trabalho como alternativa ao afastamento definitivo e à inatividade em decorrência de acidente de trabalho, ferimentos ou seqüelas.

DIGNIDADE E SEGURANÇA NO TRABALHO
30) Manter política abrangente de prevenção de acidentes e ferimentos, incluindo a padronização de métodos e rotinas, atividades de atualização e capacitação, bem como a constituição de comissão especializada para coordenar esse trabalho.
31) Garantir aos profissionais de segurança pública acesso ágil e permanente a toda informação necessária para o correto desempenho de suas funções, especialmente no tocante à legislação a ser observada.
32) Erradicar todas as formas de punição envolvendo maus tratos, tratamento cruel, desumano ou degradante contra os profissionais de segurança pública, tanto no cotidiano funcional como em atividades de formação e treinamento.
33) Combater o assédio sexual e moral nas instituições, veiculando campanhas internas de educação e garantindo canais para o recebimento e apuração de denúncias.
34) Garantir que todos os atos decisórios de superiores hierárquicos dispondo sobre punições, escalas, lotação e transferências sejam devidamente motivados e fundamentados.
35) Assegurar a regulamentação da jornada de trabalho dos profissionais de segurança pública, garantindo o exercício do direito à convivência familiar e comunitária.

SEGUROS E AUXÍLIOS
36) Apoiar projetos de leis que instituam seguro especial aos profissionais de segurança pública, para casos de acidentes e traumas incapacitantes ou morte em serviço.
37) Organizar serviços de apoio, orientação psicológica e assistência social às famílias de profissionais de segurança pública para casos de morte em serviço.
38) Estimular a instituição de auxílio-funeral destinado às famílias de profissionais de segurança pública ativos e inativos.

ASSISTÊNCIA JURÍDICA
39) Firmar parcerias com Defensorias Públicas, serviços de atendimento jurídico de faculdades de Direito, núcleos de advocacia pro bono e outras instâncias de advocacia gratuita para assessoramento e defesa dos profissionais de segurança pública, em casos decorrentes do exercício profissional.
40) Proporcionar assistência jurídica para fins de recebimento de seguro, pensão, auxílio ou outro direito de familiares, em caso de morte do profissional de segurança pública.

HABITAÇÃO
41) Garantir a implementação e a divulgação de políticas e planos de habitação voltados aos profissionais de segurança pública, com a concessão de créditos e financiamentos diferenciados.

CULTURA E LAZER
42) Conceber programas e parcerias que estimulem o acesso à cultura pelos profissionais de segurança pública e suas famílias, mediante vales para desconto ou ingresso gratuito em cinemas, teatros, museus e outras atividades, e que garantam o incentivo à produção cultural própria.
43) Promover e estimular a realização de atividades culturais e esportivas nas instalações físicas de academias de polícia, quartéis e outros prédios das corporações, em finais de semana ou outros horários de disponibilidade de espaços e equipamentos.
44) Estimular a realização de atividades culturais e esportivas desenvolvidas por associações, sindicatos e clubes dos profissionais de segurança pública.

EDUCAÇÃO
45) Estimular os profissionais de segurança pública a frequentar programas de formação continuada, estabelecendo como objetivo de longo prazo a universalização da graduação universitária.
46) Promover a adequação dos currículos das academias à Matriz Curricular Nacional, assegurando a inclusão de disciplinas voltadas ao ensino e à compreensão do sistema e da política nacional de segurança pública e dos Direitos Humanos.
47) Promover nas instituições de segurança pública uma cultura que valorize o aprimoramento profissional constante de seus servidores também em outras áreas do conhecimento, distintas da segurança pública.
48) Estimular iniciativas voltadas ao aperfeiçoamento profissional e à formação continuada dos profissionais de segurança pública, como o projeto de ensino a distância do governo federal e a Rede Nacional de Altos Estudos em Segurança Pública (Renaesp).
49) Assegurar o aperfeiçoamento profissional e a formação continuada como direitos do profissional de segurança pública.

PRODUÇÃO DE CONHECIMENTOS
50) Assegurar a produção e divulgação regular de dados e números envolvendo mortes, lesões e doenças graves sofridas por profissionais de segurança pública no exercício ou em decorrência da profissão.
51) Utilizar os dados sobre os processos disciplinares e administrativos movidos em face de profissionais de segurança pública para identificar vulnerabilidades dos treinamentos e inadequações na gestão de recursos humanos.
52) Aprofundar e sistematizar os conhecimentos sobre diagnose e prevenção de doenças ocupacionais entre profissionais de segurança pública.
53) Identificar locais com condições de trabalho especialmente perigosas ou insalubres, visando à prevenção e redução de danos e de riscos à vida e à saúde dos profissionais de segurança pública.
54) Estimular parcerias entre universidades e instituições de segurança pública para diagnóstico e elaboração de projetos voltados à melhoria das condições de trabalho dos profissionais de segurança pública.
55) Realizar estudos e pesquisas com a participação de profissionais de segurança pública sobre suas condições de trabalho e a eficácia dos programas e serviços a eles disponibilizados por suas instituições.

ESTRUTURAS E EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS
56) Constituir núcleos, divisões e unidades especializadas em Direitos Humanos nas academias e na estrutura regular das instituições de segurança pública, incluindo entre suas tarefas a elaboração de livros, cartilhas e outras publicações que divulguem dados e conhecimentos sobre o tema.
57) Promover a multiplicação de cursos avançados de Direitos Humanos nas instituições, que contemplem o ensino de matérias práticas e teóricas e adotem o Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos como referência.
58) Atualizar permanentemente o ensino de Direitos Humanos nas academias, reforçando nos cursos a compreensão de que os profissionais de segurança pública também são titulares de Direitos Humanos, devem agir como defensores e promotores desses direitos e precisam ser vistos desta forma pela comunidade.
59) Direcionar as atividades de formação no sentido de consolidar a compreensão de que a atuação do profissional de segurança pública orientada por padrões internacionais de respeito aos Direitos Humanos não dificulta, nem enfraquece a atividade das instituições de segurança pública, mas confere-lhes credibilidade, respeito social e eficiência superior.

VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL
60) Contribuir para a implementação de planos voltados à valorização profissional e social dos profissionais de segurança pública, assegurado o respeito a critérios básicos de dignidade salarial.
61) Multiplicar iniciativas para promoção da saúde e da qualidade de vida dos profissionais de segurança pública.
62) Apoiar o desenvolvimento, a regulamentação e o aperfeiçoamento dos programas de atenção biopsicossocial já existentes.
63) Profissionalizar a gestão das instituições de segurança pública, fortalecendo uma cultura gerencial enfocada na necessidade de elaborar diagnósticos, planejar, definir metas explícitas e monitorar seu cumprimento.
64) Ampliar a formação técnica específica para gestores da área de segurança pública.
65) Veicular campanhas de valorização profissional voltadas ao fortalecimento da imagem institucional dos profissionais de segurança pública.
66) Definir e monitorar indicadores de satisfação e de realização profissional dos profissionais de segurança pública.
67) Estimular a participação dos profissionais de segurança pública na elaboração de todas as políticas e programas que os envolvam.

Fonte: Diário Oficial da União, 16Dez2010

sábado, 25 de dezembro de 2010

Natal Solidário Vila Chocolatão

Com o coração cheio de júbilo e indisfarçada emoção realizamos, ontem, mais uma etapa solidária do programa BRIGADA AMIGA. Uma grande e voluntária FESTA NATALINA para 250 CRIANÇAS em vulnerabilidade social da Vila Chocolotão, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul.
Graças ao empenho e parceria de amigos, instituição e empresa foi possível levarmos, ainda que minimamente, um pouco de alento e alegria àqueles pequeninos. Lanches, pipócas, refrigerantes, brincadeiras, distribuição de brinquedos, cestas básicas  e profilaxia em saúde pública foram a tônica desta quente mas humanitária tarde.
Fraternalmente,












sábado, 18 de dezembro de 2010

Aproxima-se, desenfreado e a galope, mais um final de ano, NATAL.
Pessoas, aos safanões e impertinentes, procuram os últimos brinquedos para os filhos, sobrinhos; presentes para colegas de trabalho, família, ceia para almoço, jantares, festas!
Fora dos shoppings, das lojas, das casas, dos corações endurecidos, pessoas moribundas esticam a mão, pedem o pão de cada dia, em troca da dignidade nunca lhes ofertada. Tristes crianças, em casas de passagens, socialmente abortadas, assistem à televisão, mundo equidistante que nunca compreenderão: familias reunidas, sorriso, presentes para todos, filmes natalinos.
Todos os dias, todas as horas, a todo momento passamos por elas; eu, tu, nós, eles, todos indiferentes, distantes, 'damos de ombro', viramos o rosto: Crianças e pessoas, nossos filhos, nossos irmãos.
Em noite de festa, nasceu um Menino, não em berço esplêndido, sem  mesa farta. Nasceu simples, em manjedoura, o Salvador do mundo, vindo para nos livrar de todo o pecado.
Não foi preciso muito para esquecermos do verdadeiro sentimento do Natal, de AMOR ao próximo, perdão, dignidade e fraternidade. Não foi preciso muito para substituirmos, em nossos corações e mentes, JESUS pela figura bonachona e retórica do Papai Noel!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Década da Cultura de Paz no BRASIL


'Cultura de Paz - da Reflexão à Ação.
Ações no Brasil sobre cultura de paz ao longo da Década Internacional de Cultura de Paz e Não Violência em Benefício das Crianças do Mundo. Os principais projetos e ações realizados durante a Década de Cultura de Paz no Brasil gestados pela UNESCO, em parceria com o PRONASCI e a Associação PALAS ATHENAS, serão entregues pelo governo brasileiro à Assembleia das Nações Unidas na última sessão de 2010.
Segundo Hamilton Faria, Coordenador da área de desenvolvimento cultural do Instituto PÓLIS, “A Década da Cultura de Paz no Brasil envolveu centenas de organizações, multiplicou práticas, fortaleceu redes, inspirou temáticas, estimulou a criação de conselhos de paz e de politicas públicas de cultura de paz. Além disso, abriu novos diálogos nas organizações, nos territórios, nos governos e na sociedade”.
A publicação, das autoras Diskin, Lia; Noleto, Marlova Jovchelovitch, encontra-se disponível para download gratuito no site:
Origem - Instituto PÓLIS

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Exploração Sexual

  Polícia Federal do Brasil disponibiliza em http://www.pf.gov.br, um formulário para denúncias de crimes de pedofilia, genocídio e outros que violam os DIREITOS HUMANOS. A iniciativa faz parte do projeto 'Anjos na Rede', parceria entre a PF Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) e a ong SAFERNET.
          A ideia surgiu em 2008, durante o III Congresso Mundial de Enfrentamento de Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, no qual a PF, a SEDH e a Safernet assinaram termo de cooperação para a criação da Central de Denúncias de Crimes Violadores dos Direitos Humanos (CDCVDH), na Internet. A SEDH atua na área de prevenção juntamente com o Ministério da Educação e Cultura.
     A adoção dessa ferramenta virtual de combate a Crimes Violadores dos Direitos Humanos, reforça o compromisso da Polícia Federal brasileira para a proteção integral de crianças e adolescentes, previsto na Convenção sobre os Direitos da Criança e na Carta Magna.
  A rapidez no recebimento das denúncias permite acelerar os procedimentos de identificação da autoria e preservação dos indícios dos crimes, contribuindo de forma significativa para a redução do tempo entre a ocorrência do delito e a responsabilização criminal do suspeito.
  Quem tomar conhecimento de sites/blogs que divulguem ou façam apologia de pornografia infantil, crimes de ódio, de genocídio, etc., tem obrigação moral de exercer sua cidadania plena e informar aos órgãos policiais competentes e responsáveis pela investigação.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010


  Hoje, 18/11/2010, a Polícia Militar Gaúcha, comumente reconhecida por Brigada Militar (BM/RS), está comemorando seus 173 anos de existência profícua de relevantes serviços prestados à comunidade RioGrandense!
  Diuturnamente, milhares  de PMs (BRIGADIANOS) patrulham estradas, ruas,  campos, mar e  ar,  proporcionando SEGURANÇA PÚBLICA eficaz e eficiente, faça chuva ou faça sol.
 Parabéns aos cerca de trinta (30.000) mil brigadianos e brigadianas, que fazem do Rio Grande do Sul um Estado brasileiro melhor para se viver!